Ensino
Postado em: 26/01/2021
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Intervenções pedagógicas: por que tão importantes na preparação para o Enem?

O dia a dia de uma turma de Ensino Médio é intenso. A lista de componentes curriculares é longa e a quantidade de aulas é grande. Todos os dias, os alunos precisam estudar diversos conteúdos, além de desenvolver e aperfeiçoar habilidades e competências necessárias para a vida e para a sonhada aprovação no vestibular ou no Enem. Acontece que dificilmente todos os estudantes de uma turma conseguem fazer isso tudo no mesmo ritmo e é nesse momento que as intervenções pedagógicas devem entrar em cena. 

As intervenções pedagógicas são interferências feitas pelo professor (ou outro educador responsável) no processo de aprendizagem de um aluno quando uma dificuldade é encontrada.

Essas ações são ainda mais indispensáveis quando pensamos na preparação para o Enem. É o que afirma a Coordenadora Editorial de Avaliações do Sistema Positivo de Ensino, Deise dos Santos. Isso porque o exame difere de outros vestibulares tradicionais que exigem apenas a memorização de conteúdos. 

“O Enem exige o domínio de competências e habilidades com as quais os alunos possam assimilar informações e utilizá-las em contextos adequados, servindo-se dos conhecimentos adquiridos para tomar decisões autônomas e socialmente relevantes”, afirma a coordenadora.

Dessa forma, é necessário que a escola desenvolva, por meio de intervenções pedagógicas, atividades que capacitem os alunos nas fragilidades apresentadas ao longo do Ensino Médio. É por meio delas que eles adquirem domínio mais pleno sobre aquilo que será cobrado no exame. 

Como identificar o momento de intervir?

Marileusa Guimarães de Souza, Coordenadora de Área da Assessoria de Informática Educativa do Sistema Positivo de Ensino, explica que para existir uma intervenção pedagógica, o professor precisa conhecer as necessidades e especificidades da sua turma.  Assim, ele poderá desenhar as estratégias de intervenção com o foco na personalização do ensino.

“As intervenções pedagógicas devem ampliar a relação dos estudantes com os conhecimentos e possibilitar a construção em grupos, o desenvolvimento do pensamento crítico, científico e criativo e a aproximação com a cultura digital como caminho para que se aprenda mais e melhor”, aponta Marileusa. 

Assim, para identificar as necessidades específicas dos alunos, a tecnologia é uma grande aliada. Mas, para tanto, deve ser vista como ferramenta de articulação pedagógica e parte integrante do processo de ensinar e aprender (presencial ou remotamente). 

Os simulados e as avaliações on-line, como as oferecidas pelo Sistema Positivo de Ensino às escolas parceiras, são recursos que permitem verificar pontos fortes e a melhorar antes de elaborar as atividades que comporão as intervenções pedagógicas. 

Em seguida, com os dados em mãos, é possível analisar detalhadamente as informações apresentadas a fim de detectar as dificuldades dos alunos. 

“O objetivo não é avaliar o conhecimento em si ou sua memorização sistemática, mas a capacidade do estudante de refletir e aplicar os conceitos aprendidos na resolução de situações-problemas”, ela esclarece. Por exemplo, “se o aluno não apresenta domínio em Física, é necessário verificar o que realmente precisa ser trabalhado, pois a dificuldade pode não estar em conceitos de Física, mas sim em conteúdos matemáticos necessários para a resolução das questões de Física.”

Metodologias ativas

Para pensar em intervenções pedagógicas focadas no Enem, o primeiro passo é elaborar atividades que contemplem a matriz de referência do exame. Dessa forma, você estará estimulando o desenvolvimento das competências e habilidades que norteiam a prova. 

No Ensino Médio, o professor pode e deve desenhar intervenções pedagógicas que utilizem metodologias ativas, tais como: aprendizagem por projetos, resolução de problemas, estudo de caso, gamificação, entre outras. O ideal é sempre mesclar e valorizar o uso da tecnologia com intencionalidade pedagógica para promover a construção do conhecimento. 

Sala de aula invertida

A aula invertida é uma metodologia ativa que projeta no aluno a responsabilidade pela aquisição e gerenciamento do seu próprio conhecimento, fortalecendo sua autonomia e transformando sua maneira de aprender.

Portanto, a ideia é subverter o modelo tradicional da aula expositiva, propondo que o aluno internalize os conceitos essenciais antes da aula e depois se junte à turma e ao professor para discutir o assunto e tirar dúvidas. 

Nesse sentido, utilizar a sala de aula invertida como uma estratégia pedagógica na preparação para o Enem estimula o estudante a se preparar previamente para as aulas. Além disso, aumenta sua capacidade de absorção de conteúdo e ajuda no desenvolvimento do raciocínio lógico e da consciência crítica sobre os temas tratados.

Assim, algumas das principais vantagens da utilização da sala de aula invertida são:

  • Maior concentração e foco no conteúdo.
  • Desenvolvimento de atividades colaborativas entre os alunos.
  • Respeito ao ritmo do aprendizado do aluno.
  • Maior aproximação entre aluno e professor.
  • Desenvolvimento de múltiplas inteligências
  • Maior capacidade crítica dos alunos.
  • Maior aprendizagem e troca entre os alunos.
  • Autonomia no aprendizado.

Resultados + positivos

Além dos simulados e avaliações, escolas conveniadas ao Sistema Positivo de Ensino têm à disposição diversas soluções tecnológicas que auxiliam tanto na identificação de fragilidades na aprendizagem quanto na aplicação de intervenções pedagógicas. Exemplos delas são o Positivo On, a Sala Virtual vinculada ao Google Meet, a Árvore Livros, os Livros Digitais e a Realidade Aumentada.

O Positivo On conta ainda com um espaço exclusivo para elaboração de avaliações, simulados e redação, além de disponibilizar relatórios de feedback que validam o aprendizado coletivo e individual de cada aluno, ampliando a possibilidade de personalização do ensino.

Conheça mais sobre os materiais de preparação para o Enem do Sistema Positivo de Ensino ou fale diretamente com um consultor.

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Leia também: Como sua escola ou cursinho pode aprovar mais no Enem e vestibular?

 

 

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