Marketing
Postado em: 26/06/2020

Marketing baseado em pessoas: o que é e por que você deve usar na sua escola

Até pouco tempo, as pessoas mediam o poder e a influência de indivíduos, organizações e até de países inteiros a partir do desenvolvimento tecnológico, do acesso ao que havia de mais moderno dentro dessa área. Com a democratização da tecnologia, isso começou a se transformar.

Hoje, vivemos na era da informação. Afinal, de nada adianta uma criação moderna se ela não vem acompanhada de propósito. Assim como também não vale mais a pena investir em tecnologia apenas para admirar a engenhosidade do futuro.

Nesses novos tempos, o que importa é saber combinar tudo isso com as necessidades do mundo. Essas necessidades sim se atualizam o tempo todo. Por isso, homens e mulheres usam a tecnologia na busca dessas informações.

Desse contexto surge uma nova prática no mundo do marketing: o marketing baseado em pessoas. Conhece? Talvez o nome não seja tão familiar, mas, muito provavelmente, você já foi impactado por esse fenômeno. E aprender a usá-lo na sua marca será essencial daqui para a frente.

O QUE É?

Marketing baseado em pessoas é uma nova forma das marcas atingirem o público-alvo e efetuarem a venda do produto.

Antigamente, isso era feito sem um direcionamento específico para o consumidor: criava-se uma propaganda ou uma ação de divulgação sobre o produto ou serviço oferecido e, dentre as pessoas que viam essa propaganda, algumas se interessavam em comprar.

Com o marketing baseado em pessoas, a marca (a empresa) pensa primeiro em quem ela quer atingir. É preciso se perguntar “Quem exatamente eu quero que compre o meu produto ou serviço?” e, em seguida, avaliar os hábitos e preferências deste público-alvo, para então criar ações de divulgação e propagandas perfeitas para gerar nele a identificação necessária para que ele decida consumir, comprar o seu produto.

Essa atenção ao público-alvo segmentado também é uma tendência nas novas relações de consumo. Antes, ao se perguntar “Quem eu quero que compre meu produto?”, era normal que as empresas respondessem “Todo mundo! Quanto mais gente, melhor!”, mas hoje já não é assim. O ideal é encontrar pessoas que se identifiquem verdadeiramente com a sua marca, numa conexão de propósitos. Assim, sua empresa firma uma parceria com o consumidor, numa relação próxima que vai ajudá-lo a ter um crescimento saudável, acompanhando as tendências e preferências do público-alvo. Aqui, vale a máxima “qualidade é melhor que quantidade”.

ERA DA INFORMAÇÃO

As relações de consumo (compra e venda de produtos) acompanharam a modernização trazida pela tecnologia. Com o tempo, as pessoas começaram a atualizar seus hábitos e as empresas perceberam que deveriam se reinventar também. E aí veio a influência da era da informação. Primeiro, buscou-se saber principalmente sobre a própria marca: O que oferece, no que acredita, aonde quer chegar, o já conhecido “missão, visão, valores”. Hoje, o foco mudou para o cliente: com os próprios registros que as pessoas fazem em redes sociais, aplicativos de trânsito, música, leitura e atividades físicas, é possível mapear os hábitos e preferências do consumidor.

COMO USAR ISSO A SEU FAVOR?

Você pode aplicar essa estratégia de marketing na sua campanha de matrículas, por exemplo. Pergunte-se “Quem são as pessoas que eu quero como parceiras na minha escola?”. Para isso, pense em quais consumidores têm afinidade com o propósito da instituição de ensino, para que vocês cresçam caminhando juntos. Em seguida, pesquise sobre o público-alvo. Escolha alguns dados relevantes a serem levantados, como localização, hábitos de consumo, estilo de vida. Após levantar essas informações, as estratégias de divulgação e a forma de se comunicar e vender o seu produto serão mais assertivas!

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